22 de abril de 2010

O triangulo de kanizsa.


“Não se vê o que se vê”. A percepção é produto da mente, não dos olhos.
A mente interpreta. Dá sentido às imagens. Impõe o que não existe.
O que se destaca? PAC-MANs? Um triângulo branco?
A dominância ilustra a tendência de ver o que é mais familiar.
O que a mente quer que se veja.
Fosse a onda do Atari primordial, perceberíamos diferente.
Saio com essa:
A chave para epifanias é enxergar coisas que não são vistas.

“A verdadeira viagem do descobrimento não está em buscar novos panoramas,
Mas enxergar com novos olhos”. Marceul Proust

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