31 de dezembro de 2010

Feliz 2011...



Cá estou.
Em Floripa.
Desde segunda.
Lugar perfeito.
Para recarregar as pilhas.
E se preparar para 2011.
Falando nele.
5,4,3,2...1.
Feliz ano novo a todos!

22 de dezembro de 2010

Feliz Natal...

Aos leitores do Blog:
Desejo-lhes um Feliz Natal!!

E que o mundo não seja apenas um artigo de consumo.
Mas um meio de crescimento humano.
E que as pessoas não sejam apenas indivíduos.
Mas amigos e companheiros de uma longa viagem.
E que a convivência seja pacifica.
E que os discursos não sejam vazios.
E que o silêncio tenha mais valor que a retórica.
E que a paciência tenha mais sentido.
Que a pressa da busca pelo efêmero.

Do amigo

Umberto Conti

21 de dezembro de 2010

Dueto....



Mas se a ciência
provar o contrário?
E o calendário.
Nos contrariar?
Danem-se:
Os astros, os autos.
Os signos, os dogmas.
Os búzios, as bulas.
Anúncios, tratados.
Ciganas, projetos.
Profetas, sinopses.
Espelhos, conselhos.
Se dane o evangelho.
E todos os orixás.
Serás o meu amor.
Serás a minha paz..

Quando não sou eu, é Nara Leão...



Amo Nara Leão.
Aprendi com minha mãe.
Menina tímida.
Arrastada à bossa.
Por Ronaldo Boscoli.
Guru da "thurminha" de Ipanema.
Que a chifrou, trocando-a.
Pela "rechonchuda" Maysa.
Sorte do destino.
Que Carlos Lyra.
Então diretor do CPC.
Desviou-lhe a rota:
"Náo dá para só tocar bossa
nova para burguezada".
Aí ela foi pro morro.
E juntou-se a Zé Ketti.
Neloson Cavaquinho.
E nada mais que Cartola.

"Acender a vela.
Já é profissão.
Quando não tem samba.
É desilusão."

20 de dezembro de 2010

Barão de Itararé...

Amo provérbios.
Sobretudo os populares.
Dizem muita coisa.
Em poucas palavras.
Um dos que mais gosto.
É certeiro.
Na simplicidade.
E na realidade prática:
"De onde menos se espera,
dali mesmo é que não sai nada."

Não é genial?

Ointentices...

Esses anos 80!
Quanto coisa boa.
Foi feita.

17 de dezembro de 2010

Auto-promoções...

Nem sabia.
Saí no ig.

15 de dezembro de 2010

Observações ligeiras...

Por isso amo.
Jackson Pollock.

Sagrada incoerência...

Me assusto.
Com quem enche a boca.
Pra cobrar coerência.
E inflexibilidade.
A concessões.
Me assusto.
Na defesa.
De valores inegociáveis.
Princípios e idéias.
Imutáveis.
Na total rigidez.
De outro ângulo.
Avançar.
É sim, renegar idéias.
Inadequadas ao momento.
Sua ou dos outros.
E mais.
A incoerência.
É uma virtude sagrada.
Porque permite transitar.
Em situações concretas.
Assino o Oscar Wilde:
"A coerência é o último refúgio.
Dos sem fantasia"!.

Amoralidades...

Não tem jeito.
Abomino a moral religiosa.
Só é possível mudar.
Livre de culpas.
Ou da falsa compreensão.
Que ela produz.

14 de dezembro de 2010

Sobre propagandas...

Entendo muito pouco.
De propaganda.
Mas está imbatível.
A nova campanha da TAM.
Que resgata os anos 70.
Acertaram em tudo:
Na voz do locutor.
No som, ritmo, timbre.
No gingado do negão.
E na sobriedade das cores.
Aliás.
Curioso isso.
Duvido que essas super TV's.
Fixem no imaginário.
A plasticidade opaca.
Dos anos 70 e 80.
Que se traduziu.
No grande apego à época.
Dos seus contemporâneos.
A onda era outra.
A rusticidade tinha charme.
Não é a toa tantos remakes.
E mais curioso.
A alta tecnologia digital.
Lembrou-me a máxima.
Da super mulher.
É tanta perfeição.
Que não dá liga.

13 de dezembro de 2010

Sexo na MPB 3...

E falando em Cazuza.
Como ele soube ser perfeito.
Nessa alegre canção:

Procurando vaga
Uma hora aqui, a outra ali
No vai e vem dos teus quadris

Cazuzanidades...

Esbarrei na TV a cabo.
Com o filme do Cazuza.
Aí me tocou àquela.
Ultra-batida reflexão:
Um homem bom.
É o que se resguarda?
Que preserva forças?
Ou vale mais.
Ser intenso? Se arriscar?
Sei lá, ser mais livre?
Verdade.
É uma questão boba.
E trivial.
Mas define a moral.
Da qual somos presos:
A carne é fraca.
E delegamos à própria carne.
O controle, sob o manto.
De uma dualidade aflitiva:
o prazer ou a vida?
Problema:
Não teríamos razões.
Distintas.
Das de querer sempre.
Durar um pouco mais?

11 de dezembro de 2010

Anti-Proudhonices...

Ocupei, enfim.
Meu ap em Sampa.
Pouco a dizer:
Felicidade mirantânica!
Aí é aquela coisa.
O lugar começa a tomar.
As suas concepções:
Quadros de Rock.
Mesas-adegas.
Imãs de geladeiras.
Cores preferidas.
O espaço individual.
É sagrado.
Intrigo-me.
Como era viver.
Em cortiços irlandeses?
Discordo, hoje.
De Pierre-Joseph Proudhon.
Toda propriedade privada.
Não é um roubo.

9 de dezembro de 2010

Cartórios de fantasias...

Fim de ano.
Época de bebedeiras.
Alguns vexames.
Também socializações.
A verdade é que o álcool.
É transformador.
Ficará rico.
O cara.
Que abrir um cartório.
Para abrir de madrugada.
Registrariam-se:
Grandes negócios.
Alegres compromissos.
E toda fantasialidade etílica.
Que se evapora.
Na amnésia do amanhã....

Mentes que se vão....

Outro dia.
Me dei conta.
Faz uns 15 anos.
Que meu primeiro chefe.
Empacotou.
O cara era foda.
PHD em tudo.
Sacava.
Desde a alta física.
A sutilezas.
Da pscicanálise.
E o melhor:
Era alcóolatra.
Também pudera.
Excesso de QI.
Atrapalhava.
O mundo parecia burro.
Aí só doses.
Cavalares de wodka.
Para aliviar a solidão.
É o que eu digo.
Os personagens.
Mais interessantes.
São ao mesmo tempo.
Complexos.
E auto-destrutivos.
Enfim.
Mas o que passou nesses 15 anos:
Internet.
Projeto Genona.
Prozac, Viagra.
Pré-sal.
Joseph Ratzinger.
Etc.
E aquela mente?
Onde esteve?
Onde está?
Captou tudo isso?
Sei não...
Há nexo?
Imaginar que esse cara.
Ficou espiando.
Tudo isso....do céu!

7 de dezembro de 2010

Sapiência....

Estou convencido.
Mentes privilegiadas.
São aquelas.
Que se educaram.
Fundamentalmente.
Para ligar.
Ou desligar de assuntos.
Nos momentos certos.
Porque aí já viu.
Quando você se pega.
Obcecado por um tema.
Fora do ambiente natural dele.
É que já encomendaram sua alma.

5 de dezembro de 2010

Zeitgeists...

Incrível a necessidade.
De adaptação.
Ao "tempo" em que vivemos.
Milton Santos tinha razão.
Vivemos hoje uma espécie.
De "homogeinização heterogênea".
Tudo é igual mundo a fora.
Mas com pequenas diferenças locais.
Cidades entretém.
Os jovens "ficam".
TV´s passam seus BBB´s.
E mulheres se emancipam.
Hegel á dizia:
Grandes homens.
Que perdem o apoio.
Do Espírito do seu tempo.
Simplesmente caem no chão.

4 de dezembro de 2010

Webdependência...

Meu note deu pau.
E fiquei sem acesso.
Por um tempo.
É impressionante.
Como somos.
Webdependentes.

Cajuína...

Existirmos.
A que será.
Que se destina?
Incrível.
Sempre achei.
Uma canção gay.
Só outro dia.
Descrobri que era.
O encontro do Caetano.
Com o pai do Torquato.
Que coisa...