30 de janeiro de 2013

A mais sensível experiência...?

Vale ver “À Deriva”.
Filme de Heitor Dhalia!
Aliás, sobre filmes.
Limito-me dizer:
Gostei, gostei pouco.
Ou muito, como no caso.
O filme explora bem.
O fim da infância da protagonista.
E sua relação com o pai!
Há, também.
Uma inteligente alternância dos planos:
Ora bem fechados.
Na intimidade dos personagens.
Ora bem abertos.
Com o “mar da vida”!
E fica uma questão.
O “desabrochar sexual”.
Da própria filha.
Seria a mais sensível.
Experiência do homem?

Sobre Bullyings..

O tal do Bullying.
Agora explica tudo.
Quanto exagero!
Sempre foi óbvio.
No universo escolar.
Atazanar os pontos fracos.
Dos coleguinhas:
Há os gordinhos.
Os branquelas (eu).
Os tímidos, os feios.
Os ineptos do esporte.
E até os bonitos.
Normalmente burrinhos!
Ou seja, como evoluiríamos.
Da saia da mãe à auto-proteção.
Desconhecendo ambientes.
De violência física e psicológica?
O lance é pedagógico!
“Não importa o que te fizeram.
E sim o que você faz.
Com aquilo que fizeram com você”
Dá-lhe Jean-Paul Sartre!
Que era vesgo, por sinal.

15 de janeiro de 2013

Auto-promoções 10...

Outra matéria.
Página 17.

Sobre desejos....

É fácil reparar:
Insatisfeitos.
Desejamos mais.
Satisfeitos.
Desejamos novos desejos!
Desejar é, portanto.
Um jato contínuo!
Curioso que procuramos em vão.
Causas pra angústia, deprê, tristeza, etc.
Tá na cara:
É novo desejo em silêncio!

11 de janeiro de 2013

Liberdade.....

Cai de cabeça em Sartre.
Sede de refletir sobre liberdade!
Pensamento poderoso esse:
"A existência precede a essência".
A compreensão da realidade humana.
Não se faz em termos de ser, mas em termos de vir-a-ser.
Ou seja, o homem "vem a ser".
A cada momento, aquilo que se torna ou que se faz!
E essa existência (escolha) não é anarquia.
Carrega consigo a responsabilidade do agente.
Que é a contrapartida de seus "atos livres"!
E como não se divide essa responsabilidade.
Já que não há qualquer instância (Deus, regras formais, dogmas)
À qual o sujeito delegaria a justificação pelas escolhas.
O que sobra é uma total solidão, que traz como conseqüência.
O alcance da sua liberdade individual.
Ponderada ao peso da responsabilidade!
Ou seja, um pensamento mais poderoso que qualquer religião!

10 de janeiro de 2013

Tudo será como antes!











Nada como o descanso!
Passar uns dias na flauta.
Recarregar as pilhas.
Abusar dos lazeres.
E não-afazeres.
Voltamos com o humor lá em cima!
Os primeiros dias são bárbaros.
Ficamos simpáticos.
Conversamos com todos.
Nos interessamos por tudo.
Fazemos mil planos, mil idéias.
Filantropias generalizadas.
Soluções materias, familiares.
Físicas e afetivas!
Mas.... bem sabemos.
Que todo ano avança.
E cumpre sua marcha inexorável:
Tudo será como antes!

8 de janeiro de 2013

Não se fazem fotos como antigamente...










Ano vai, ano vem.
Fotos e mais fotos!
Todo mundo se imagina.
Estampado em outdoor!
Gente rindo.
Gente celebrando.
Instantaneidades dissimuladas.
Do que era de fato!
Trocentos anos depois.
Nossa vida será explicada.
Pelas fotos do Facebook!
Parecerá, coloridamente.
Que éramos rios de alegrias!
Que éramos....aqueles instantes!
Mas...... éramos?
Decididamente.
Não se tiram mais fotos como antigamente!