14 de agosto de 2013

O silêncio do afeto.....

Na modernidade que vivemos.
Como valorizamos o falatório!
Ser supostamente “fechado” é pecado mortal.
Mas muito da verborragia sentimental é mais performance que fato.
Dizer "eu te odeio”, “eu te amo” são, por si só, formas de prazer.
Dá tesão “intensificar” sentimentos!
Por outro lado, serão sempre simplificações.
Já que escondem o que há de fato em nosso íntimo:
nuances, conflitos, detalhes, complexidades.
E o pior: oprimem o outro, na “ansiedade” de equivalências!
O fato é que o silêncio é bem mais nobre à afetividade!