29 de julho de 2010

Direito à preguiça...

Andei pensando.
Tá errado esse troço.
A aposentadoria deveria ser agora.
Dos 30 aos 45 anos.
E depois é batente até morrer.
É agora que sobra energia.
E estabilidade emocional.
Do jeito que é. Nada se pode.
Há zilhões de coisas para fazer.
E escassez total do tempo.
Senão vejamos.
Tudo é atropelado numa
esquizofrenia excludente:
Carreira profissional.
Contato com a família.
Lugares para conhecer.
Pessoas para visitar.
Festas para desfrutar.
Esportes para fazer.
Teorias para estudar.
E, fundamentalmente,
o tempo que se perde
na besta mania de adiar tudo,
e cair na armadilha de não fazer nada.
Por isso:
direito à preguiça já!

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