19 de julho de 2010

Andar, andar...

Andar, andar.
Por rotas inéditas.
E trilhas incertas.
5, 10, 30 mil metros.
Andar, andar.
E sair do seu centro.
Do que se conhece.
Do que se mantêm.
Há toda beleza no longe.
No que nunca se viu.
O “eu”. E o "meio”.
O outro "eu".
O presente da reinvenção!
Como ensinou, Kerouac.
“Há sempre uma estrada...
e uma circunstância criada.
Como, onde, por quê?"
Transborda beleza.
No caminho...

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