25 de janeiro de 2011

Parabéns, Sampa!

Não.
São Paulo é outra coisa.
Não é amor exatamente.
É identificação absoluta.
Sou eu.
Eu não me amo.
Mas me persigo.
Bonito a palavra perseguir.
Perseguir...
Em tudo que sua etnologia.
Sugere e confessa.
Eu persigo São Paulo.
São Paulo sou eu.

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