18 de janeiro de 2011

Ah, a solidão...

Vez por outra.
Sou intimado a escutar.
Dramas afetivos.
Gente recém separada.
Crises insolúveis.
Rompimentos iminentes.
Chegam.
Na forma de desabafos.
De quem clama bom ouvido.
Amo essas histórias!
Há de tudo:
Os viciados em conflitos.
Os cegos do amor.
Vitimas contumazes.
Auto-sabotadores.
E os vingativos.
Raramente.
Há os “coitados” de fato.
Tenho uma teoria:
No fundo, no fundo.
O que arrebenta.
É a vaidade do fim.
E o tolo grilo.
De encarar a vida.
Um pouco mais sozinho.

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