16 de fevereiro de 2011

Ode ao envelhecimento...

Já disse isso.
O mundo de hoje.
É careta.
E não clama.
O fogo vivo.
Da boa memória.
Tudo é espetacularizado.
Pra virar esqucimento,
Amanha.
Nem envelhecer.
Ao menos, é permitido.
Tudo é juventude.
E o engraçado.
É que somos o avesso.
De geladeiras.
Fogões e carros.
Não saímos.
Do pronto.
Para o acabado.
Nosso caminho.
É o inverso.
Já notaram?

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