24 de agosto de 2010

O cheiro do tempo...

Memória tem cheiro.
Fases relembradas, por aromas desaparecidos.
Blocos do tempo são erguidos.
E instantes acordados:
A primeira espuma de barba.
O prato dá época.
A estréia do sexo.
Memória se inala.
Em bálsamos de sensibilidades perenes.

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