11 de agosto de 2010

Feliz eu serei seu "nada"....

Todo mundo teve sua fase Raul.
E sua fase Renato Russo.
Legião, não ouvirei mais.
Soa ginasial demais, hoje.
Mas Raul é eterno.
Sobretudo o "lado B" da obra.
Há músicas seríssimas:
"É fim do mês", "Lua Bonita".
"Abre-te Sésamo".
Novo Aeon é um disco obrigatório.
Mas mesmo no final da carreira.
Sem pâncreas. E sem fígado.
Raulzito cunhou maravilhas poéticas.
Como essa à amada:
"Diga o que você quer
Se acaso não quiser
Feliz eu serei seu nada
Mas um nada de amor"
Nem os ultra-românticos do Sec XV.
Chegariam tão longe.

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