17 de agosto de 2010

Ah, essa tal felicidade...

Gostei dessa definição.
Felicidade é cultural.
Nos anos 60 e 70 era burrice:
a alienação ante à realidade opressora.
(intelectuais abominavam os "alegrinhos de plantão").
Hoje felicidade é ser invejado.
Na imagem que projeta sucesso.
E na ostentação verificada pelos outros.
Para mim, é apenas um rótulo.
É descontínua e pontual, se bem explicada:
vai e volta, sob o manto de hábitos singelos.
E sem receitas.
Já que todos têm a listinha do que lhe alegra.
Não se deve desejar felicidade a quem se gosta.
Portanto.
E sim, intensidade, variedade.
Um leque mais vasto de emoções!

3 comentários:

  1. É, pra mim, sobretudo, subjetiva e individual! Mas, concordo muito com a definição dos anos 60 e 70.

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  2. Ainda não sei ao certo onde a real felicidade está. Mas o que percebi, é que tristeza a gente encontra rapidinho. Daí creio que o caminho é povoá-la com o que nos dá prazer, com sensações (que talvez sejam breves projeções de felicidade), ao menos na tentativa de impedir que a intrusa tristeza não tome conta da gente! Biba, amiga da Bibi! ;)

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  3. De onde você tirou esse dado? Achei interessante. Felicidade é moda. Nos anos 60, 70, o ideal de felicidade parecia mais ligado à retidão, ao trabalho, à família. Era o feijão com arroz que tinha valor. Agora, a esperteza e agilidade parecem o caminho mais rápido para o sucesso, que traduz a imagem atual de felicidade. Vale a diversidade, o dinamismo e tal... Gostaria de aprofundar a idéia... só pra ter certeza se sou feliz mesmo.

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