19 de junho de 2010

Zeta-Jones...

Há filmes que todos já viram. Menos você.
Assiste hoje, por acaso, o "Terminal", com Tom Hanks.
Costumo ficar longe de roteiros hollywoodianos.
Mas o tédio de Brasília te leva à TV a Cabo.
E a TV te leva a isso. Cosas de la vida!
Mas o filme é bom e expõe a faceta mais engraçada do mundo atual:
os países ricos radicalizaram as políticas imigratórias, mas são
os imigrantes que salvarão a previdência desses países.
Viraram países endividados. E com uma população velha, e cara.
Portanto: agora abram-se as fronteiras!!
Enfim. Mas voltando ao filme.
Adorei que a viagem de Navorsky é justificada pela devoção ao jazz.
A música dos negros pobres, que sobreviveram por meio da criatividade,
do improviso, do charme, criando uma sofisticada arte musical.
Aliás, não sei o que é mais lindo no filme.
A parte final com o sopro do Benny Golson.
Ou a beleza da Catherine Zeta-Jones.
Ousaria dizer que é a mulher mais linda do cinema.
Acabei o filme com palpitações.
Aquelas que te lembram que você foi apaixonado, um dia.

3 comentários:

  1. Se você tiver o mesmo fôlego do Michael Douglas, já tenho a Catherine Zeta Jones para ser seu par.

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  2. É mesmo, Isa? Me apresenta....please!!!!

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  3. Adoro realmente O Terminal. E já que se te atrai tanto a música dos negros pobres, recomendo duas leituras: "Blues", de Robert Crumb; e "História Social do Jazz", do Hobsbawn. Concordo também com a beleza da Zeta-Jones, só não concordo com ela sendo a mais bela do cinema quando há a Monica Bellucci logo ali do outro lado do oceano.

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