22 de junho de 2010

Eu não gosto, eu não gosto...

É batata! Quando digo que não sou religioso, recebo em troca
a velha perguntinha infame "então como você vê sentido na vida?"
É simples. Meu sistema de interpretação do mundo me impede de aderir
a crenças chinfrins: terapia da alma, aromaterapia, homeopatia, viagem astral,
poder de cura dos cristais, milagres religiosos, cabalas, vudus,
anjos, feng shui, levitação meditativa, poltergeists, terapia de vidas passadas,
óvnis, extraterrestres que inspiraram civilizações primitivas,
e desenharam campos de trigo, as pirâmides do Egito e o escambal.
Não acredito em nada disso, e discordo com toda veêmencia que religiões
sejam a fonte de sentido e moralidade. Como duvido, com mais força ainda,
que há uma convexão exclusiva entre elas.
Meu verdadeiro interesse está "nesta" vida e em melhorá-la para mim,
e para as pessoas que eu gosto.
E, para falar a verdade, tenho uma posição hostil para quem tem desdém
pelos prazeres do corpo, e dá ênfase à imortalidade da alma, se concentrando
em uma vida futura.
Ou seja, tenho uma visão radicalmente secular da vida.
E fim de papo!

6 comentários:

  1. Concordo absolutamente, que o sentido da vida definitivamente não se baseia na religião, se baseia nas nossas atitudes basicamente. O que fazemos e deixamos de fazer para ajudar o próximo e principalmente a si mesmo.Sou espírita e acredito em deus, mas acima de tudo acredito em mim!
    Sílvia Facci

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  2. wow.... de quanta coisa voce nao gosta! De que voce gosta entao? qué é a vida para voce Loiro.....

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  3. Obrigado pela visita, Silvinha!
    Hum....temos visita internacional aqui no blog.
    Voy tomar "un tequila" en homenage a tan noble presenza!

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  4. Não que eu acredite em terapia de vidas passadas e outros blablablás, mas eu ´me considero uma pessoa de religiosidade, e isso não tem nada a ver, necessariamente, com religião. E é chato ver que as pessoas querem o tempo todo meterem algum rótulo naquilo que penso. A questão é que eu concordo plenamente contigo. E me lembra algo que escrevi ´ha um tempo no meu Casa: o homem quando ele é inteligente é livre. Ele não está preso a nenhuma regra, filosofia, dogma ou discurso. Ele acha o caminho da vida através da vida. Vai ver que a nossa busca religiosa-filosofal seja meramente o bom senso.

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  5. Assino embaixo. E eu que quase fui coroinha e virei o que sou... HAHAHA. Mas o que eu acho, ou melhor, espero, é que a justiça divina pós-vida leve em consideração as verdadeiras intenções do coração e não a moralidade perversa e medíocre que nos é imposta.(Biba)

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