1 de junho de 2010

A máxima de Terêncio...

Acabei o "livraço" do Irvin Yalom.
Poucas páginas. Muito ensinamento.
Como em "O velho e o mar".
Adorei duas ideias, em específico:
o "eu" solitário que se dissolve no "nós",
o que explica muitas obsessões amorosas.
E a relação sexo e morte.
Argumenta que a força da sexualidade (energia
vital) é fator de alívio da angústia da morte.
Isso explica o paciente com uma doença
coronária excitadíssimo com a enfermeira.
A viúva com fortes sensações sexuais
no carro em direção ao funeral do marido.
Os orgasmos múltiplos que uma mulher passou
a ter, depois que perdeu a irmã gêmea.
E outros exemplos.
Lembrei-me da máxima de Terêncio (fundamental para terapeutas):
"Sou humano, e nada humano é estranho a mim".

2 comentários:

  1. Me parece que a solidão é que se traduz no medo da morte. E o sexo faz parte disso, dessa tentativa vã de fundir-se com outro para sentir-se vivo. Agora, essa mulher com tesão no carro em direção ao funeral, hein? Acredita mesmo que ela busca o alívio da angústia da morte?

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  2. Bom, ele relatou essa caso no livro. Sinceramente, não me surpreendo não.
    Mesmo!!

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