29 de maio de 2010

Conversando com o tempo...

Quando bate a falta de criatividade.
Nada como "caçar" algo sublime.
Essa música embalou minha infância.
Emprestando-me as primeiras emoções.
Sensibildiade superútil, advinda
da melodia e do som.
Certifiquei-me, ali, que
catetos, carbonos e oxítonas,
não importavam tanto assiim.
Haveria, pois, sopros mais transcendentes.
Derivados da vida, que se iniciara.





"Outros outubros virão, outras manhãs, plenas de sol e de luz"
Existe frase mais linda?

2 comentários:

  1. Sonoramente, a sua infância foi mais culta que a minha (Camisa de Vênus) hahahahaha ! Você sabe que foi o responsável por me tirar do mundo dos três acordes hahaha ! Mas, falando sério, andei numa fase Elis há pouco tempo... tem um disco de 79 que é bonito demais, tem a música Violeta de Belfort Roxo do Aldir Blanc e a Entrudo do chico...

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  2. Tô ligado meu camarada, Marceleza!
    Mas foi uma coisa mútua.
    Eu, no caso, tive o benefício da absorção do punk, dylan, na quadrada das águas perdidas. haha
    Aliás formidável seu post sobre o "sandinista".
    Destribui pra "rapaize".

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