18 de abril de 2012

O silêncio do afeto......

É engraçado isso.
Como valorizamos o falatório!
Ser supostamente “fechado”.
Virou pecado mortal.
E o mais curioso é que.
Muito da verborragia sentimental.
É mais performance, do que fato.
Dizer "Eu te odeio”, “Eu te amo”, etc.
Já são, por si só, formas de prazer.
Afinal.
Dá tesão “intensificar” sentimentos.
Por outro lado, são simplicações.
Escondem nuances, conflitos.
Detalhes e complexidades.
Além de oprimir o outro, claro.
Pela “ansiedade” de equivalências!
O fato é que o silêncio e a reserva.
São bem mais nobres à afetividade.

2 comentários:

  1. Gostei. Concordo, mas me admira esse pensamento vir de você... mestre das verborragias, hehe. Abraço!

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  2. Meu camarada, Denis. No fundo você sabe que são teatrilidades. Sou tímido até as entranhas...!

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