3 de outubro de 2012

A bala perdida...

Com a maturidade, aprendemos:
A não ser a bala perdida.
Não ser o multifuncional.
Homo-sapiens da modernidade.
Não ser aquele que ri para o caos.
O super-homem nietzschiano.
O "neo-hippie" de plantão!
A vida é simples.
Bem mais simples.
E é hora de ligamos para nós mesmos.
Dizendo: “Alô, estou aqui...eu mesmo.
Aqui: diante de tudo!”

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